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Liliane Assis da Silva
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Liliane Assis da Silva
Comentário ·
há 7 anos
Pensão por Morte não será mais integral. Entenda o que muda
Bruno Delomodarme
·
há 7 anos
Vamos fazer o seguinte:Reduzir na métade o subsídios de uma galerinha como : deputados e Senadores e tbem do Presidente da República, ai fica legal, a conta vai fechar num prazo bem menor sem prejudicar o órfão,as viúvas e os deficientes, sem falar dos idosos , que afinal estão morrendo né.Para que tanto dinheiro ?rsrsrs Piada viu.Sei que o o impacto ao reduzir esses citados subsídios não será grande, porém, com certeza contribui ,mas sabemos que esta argumentação dada por mim é piada e ilusão.
O valor a ser descontado pra quem recebe tão pouco gera um impacto enorme na vida da pessoa, ainda mais na velhice...
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Liliane Assis da Silva
Comentário ·
há 8 anos
Posso deixar minha herança para quem eu quiser? Conheça as limitações para o uso do testamento
Antonio Pedro Videira
·
há 8 anos
O grande problema ,além desse fato de que o cidadão não conhece o direito , o que como vc disse , todos deveriam aprender desde o colégio , é o fato de que grande maioria do pessoal que faz direito se mete a atuar em áreas as quais não tem nenhuma afinidade e apenas estão focados na grana , e grande maioria quer ser especialista em todas as matérias , e isso de fato é impossível , ninguém consegue saber
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Liliane Assis da Silva
Comentário ·
há 8 anos
Descriminalização do aborto: STF julgará esse tema polêmico
Conteúdo Legal
·
há 8 anos
Se considerarmos a calamidade que é a saúde pública , onde as próprias grávidas ficam à espera num corredor para dar a luz, isso quando não dão a luz ali mesmo , por falta de leitos , vai de lá atender a inúmeros e crescentes casos de abortos.
Consideraremos a primeiro ponto que o Estado deve primeiro se dedicar a políticas públicas , envolvendo educação sexual voltado para jovens e adultos , inclusive com foco nas regiões mais carentes e dar conta primeiro de atender a demanda existente nos hospitais públicos os quais não tem material básico (...), logo , falar em nova demanda, seria no mínimo indecente e prematuro.
Agora com foco no equilíbrio social é inviável deixar a livre arbítrio e não impor limites. O homem íntregue a si mesmo pode ser muito perigoso e o caos se instalará em maior proporção do que já ocorre hoje em todo país.
Se disponham a visitar leitos e maternidades .
E por fim vale ressaltar valores antigos e respeito às leis de Deus.Pontuando que não sou nenhuma fanática religiosa , antes q possa gerar polêmicas...
Só deseja o aborto quem já nasceu ,só aprova o aborto quem não considera a degradação e a perca de valores.
Fica a dica: Se previnir hoje numa relação é um ato de amor a si próprio , é grave , não apenas temer uma gravidez indesejada deve ser o foco da sociedade,mas rifar a própria vida sim.
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Julio Cesar Ballerini Silva
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há 8 anos
[Debate] CCJ aprova PL que impõe ao preso arcar com suas despesas
Escola Brasileira de Direito
·
há 8 anos
Perfeito Igor, eu já havia comentado sobre isso em outra vez que se noticiou quando estava apenas em proposta - é uma proposta que beira as raias da improbidade - não sei se fizeram algum estudo do impacto disso no orçamento - Imagine-se, a grande massa da população carcerária não tem patrimônio passível de execução e quem tem já o blindou - isso vai tornar obrigatório que a advocacia pública vá atrás de execuções fiscais sob as penas legais - alguém previu o custo disso ? Execuções movidas aos milhares para nada ? Isso vai apenas beneficiar os sonegadores - o volume de demandas por conta disso sobrecarregará ainda mais as Varas de Execuções Fiscais que são lentas por conta do excesso de serviços a que já são submetidas. Mais ainda, se o preso for obrigado a pagar pela ressocialização e se não for ressocializado irá poder acionar o Estado ? Ubi commoda ibi incommoda -teoria do risco em direito civil. Tomara que alguém lucidamente mova algum ação direta de inconstitucionalidade disso. Os contribuintes não aguentam mais esse tipo de desatino legislativo - valem as palavras de Fredie Didier no que se refere às normas de efeito simbólico - não resolvem nada, mas criam um "clima de agora vai"
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